quinta-feira, 24 de julho de 2014

LITERATOS MORREM E AS PALAVRAS FICAM
NOS LIVROS, JORNAIS E MEMÓRIAS VIRTUAIS
NA MEMÓRIA DE GERAÇÕES
SUA LEMBRANÇA REPRESENTA O PASSADO NO PRESENTE

DOS ENTES DA FAMILIA DAS PALAVRAS
IMAGINÁRIAS
SUAVIZADAS
SAGRADAS
DESETERNIZADAS

TINO DE ESCRITA
AS VEZES DITAS
QUE NEM FURNICA

A HIPOCRISIA ME IRRITA
ME DEIXA ATÔNITO
COM VÔMITO

MAIS SÓ A BELEZA DE UM RISO
QUE ME DISTRAIO
NUM VÔOO DE PLUMA
SEM RUMO
NO MUNDO
IMUNDO

CELINO                                      Nas Rocas 23.07.14

CAMARADASPARNÁ: A clausula pétrea da cultura nordestina

CAMARADASPARNÁ: A clausula pétrea da cultura nordestina: Advogou um movimento dele fez cimento de suas idéias Bloqueando a cultura Ianque com poesias tanque despertando patriotas e excluindo...

A clausula pétrea da cultura nordestina

Advogou um movimento
dele fez cimento
de suas idéias

Bloqueando a cultura Ianque
com poesias tanque
despertando patriotas
e excluindo idiotas

Armorial se fez
de uma vez
nordestino se identificou

cabra macho arrochou
o nó no repente
no cordel mostrou

que a dicção do nordeste
se valorizou
sem a elite imunda
a clausula pétrea
é Ariano Suassuna

CELINO

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Um baldo de João letrado...

Um João de itaparica, rica de poetas e lúdicos das letras; que se criou nesta praia baiana que escreveu sobre anas, Sargentos, Conselheiros; literalizou com Vila Real dentro de Histórias Pitorescas onde o Santo Não Acreditava em Deus que faziam Esses Contos e Crônicas para Ler...; Com a miséria e Grandeza do Amor de Benedita, porque prá ele Setembro não Tem Sentido, o melhor foi o Sorriso do Largato dando Viva ao povo Brasileiro, percebendo que Agente se Acostuma a Tudo porque A ciência de Roubar Galinha, faz com que Já podeis de Pátria filhos desse jeito Você Me Mata Mãe Gentil.

João que tinha um baldo de idéias desenhava letras onde construía estórias e histórias, prá continuar escreveu sobre Vida e Paixão de Pandonor, contrariando A casa dos Bundas Ditosos; e parece que O Feitiço da Ilha do Pavão, lhe tirou o Albatroz Azul, que mostrava a Política: Quem manda, porque manda, como manda e nessa última caminhada ao Bar, foi o Rei da Noite, porque foi sua última aparição a público e agora só é cinzas noticiadas pela mídia que não é índia, é mestiça na sua pior classificação.

*  Em memória da morte João Ubaldo Ribeiro
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Celino Bezerra - escreve neste blog

Triste Fim...


A maxixada servida no frio, o tênis em caminhadas anil e o torcedor em choros a mil, na desgraça nacional no show do olimpo mundial e a desonra na terra do carnaval; seria uma uma profecia? seria um as forças do mal?
Não, foi mil e uma situação acumulada na trajetória dos donos da Bola, dos penta campeões que de salto alto quis enganar os 200 milhões de técnicos e uma mídia vira-lata com os coxinhas em debandas. Foi sim uma palhaçada, depois de tanta esperança criadas o futebol jogado foi de pelada, que até os peladeiros de praia deu gargalhada na lambança Felipada.
Enquanto a camarilha midiática, torcia que a estrutura da Copa fosse fosse um colapso como calipso musical, eles se deram mau e foi a mídia gringa que deu o credenciamento de excelência em organização em todas as copas que tivemos; rabinho entre as pernas ficou os coxinhas, a esquerda da direita, os jornalecos xinfrim.
Em meio a isso eu com os meus tempos corridos vi a copa como um expectador, com dor na fan fest no segundo gol, gente saindo para não ver a desgraça sem raça; jogadores congelados pelos milhões que recebe, longe de serem patriotas porque não sofrem a dor nacional e cheguei ao estacionamento com os alemães fazendo cinco gols em menos de 5 cinco minutos.
Nos Bares o sentimento nacional e vira lata se debatiam, os choros das crianças e a inocência do momento.
foi assim, um jogo xifrim que tirou a esperança, inclusive de mim...