segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Fome

Um vazio no estomago
dor que transfere a garganta
cerebro fica lento
o corpo amolece
os olhos mórbidos
fome é teu nome...


Celino

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

CAMARADASPARNÁ: "Não há pior preço do que capitular frente ao inim...

CAMARADASPARNÁ: "Não há pior preço do que capitular frente ao inim...: Quero tecer aqui algumas reflexões, que me chamam atenção neste momento de eleições; em que muitos externam suas opiniões por aflorarem seus...

"Não há pior preço do que capitular frente ao inimigo que sem razão e nem direito, te agride." *

Quero tecer aqui algumas reflexões, que me chamam atenção neste momento de eleições; em que muitos externam suas opiniões por aflorarem seus acultaramentos e posições

E aqui provoco, qual sentido e razão de um trabalhador, sem trabalho e lupesinatos a votarem nesta encruzilhada eleitoral em Aécio? os medianos empresários? empresários nacionalistas? empresários produtores e liberais? por que votam?

A onda que se cria neste momento a uma semana favorável ao candidato da extrema burguesia/Aécio, é uma espécie da assombração as justas idéias e ações do ciclo que fez do nosso país crescer nos 12 anos passados. Merece combate, desmascarar o que Aécio propõe; temos a história na mão, o couro, a barriga e a memória para lembrar, FHC e seu neoliberalismo só trouxe desgraça pro nosso povo.

Me chama a atenção, de setores que se autodetermina de esquerda, vacilam em pedir voto nulo; negam o critério histórico do leninismo, que é em não se anular do processo e tomar partido, desconsideram o elemento quantificação e qualificação do que foi feito e sentido politico progressista; preferem que o extremos inimigo ganhe do que os que se aproximam deles e possam abrir mais janelas para proposta comum que é o socialismo.

Seriam esses os donos do principismo estático ou capitulação anulatória?

E como os trabalhadores que sofreram com o Governo tucano e sofrem em SP, são capitulados para as propostas reacionárias e atrasadas socialmente deste partido? como o povo paulista elege no 1º turno Alckmim, mesmo sem água nas casas do povo paulista? que magia é essa?

Duas explicações:

Primeira: O discurso dos valores do dono da senzala aculturou gerações e nelas são ideologias dominantes que excluíam índios e afrodescendentes; que até hoje permeiam na cabeça dos próprios trabalhadores e foram mastigadas pelos aparelhos ideológicos do estado (escolas, igrejas, mídia) até os dias de hoje; os tucanos representam este sentimento de classe dominante e seus aculturamentos antecedentes de classe e fazem os trabalhadores absorverem essa cadeia de idéias, levando os trabalhadores ao suicídio político.

Segunda: A manipulação das eleições nos organismos governamentais, como TRE´s- justiça eleitoral; por exemplo: estado de SP, é todo controlado por tucanos, pessoas ligadas a este partido, manipulam as informações, ou não achamos que isto não aconteçam aqui no RN?

A extrema direita já alertaram seu exercito e colocaram na rua, a preço dos antigos favorzinhos, Muitos estão se mobilizando e propagando em cada esquina deste país o nível baixo de se discutir politica; pretendem derrotar um ciclo que abrirá muitas janelas para os sonhadores da liberdade e de um novo mundo e se não for agora, o veneno dos reacionários continuará a intervir no 2º governo de Dilma.

Não devemos deixar os trabalhadores votarem em seus algozes, precisamos desvendar esse discurso ideológico, se não pagaremos o preço de nossa acomodação diante da trapaça do inimigo e voltaremos a dias piores.

Celino Bezerra - Educador e escritor

*frase de Fidel Castro

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Navegar é preciso, viver, não é preciso...

Concluo uma nova etapa de vida politica, etapa que mostra um outro olhar de fazer política; porque luta politica é cotidiana, volto as tarefas que sempre na vida teremos e nelas andando, viajando e navegando; aprendemos muitas coisas, essas coisificações nos ensina e nos mostra uma outra forma de olhar a realidade.
Imaginem o quanto escutei: " só voto se tiver alguma coisa",  "me ajude que ajudo o senhor",  "são tudo ladrão!", "é tudo assim, promete, promete e não vejo nada"; mais escutei: " voto em voce por ser pobre" "boa sorte", "voto no senhor porque senhor não ganha mesmo".
Isso foi um pouco do fardo eleitoral, de uma cultura ainda distantes de homens conscientes ou de uma Grécia; mas vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mais aprendendo a jogar.

Essa cultura comercial do voto, da consciência política foi o método vicioso que as elites corenelistas criaram e minha geração rompeu com isso muito pouco; a categoria do senso comum emburrece o ser social cada vez  mais abrupta, no campo da luta das idéias; as forças ocultas das elites reproduzem seu senso na cadeia midiática.

Prá romper com este ciclo teremos muitas tarefas, a prova disto foi a nova correlação de força no congresso nacional, a esquerda diminui a bancada e figuras como Jair Bolsonaro, Ronaldo Caiado nos faz questionar o que foi que aconteceu depois das Ruas de Junho? tudo aquilo prá dar nisso? No RN elegeu 5 filhinhos de papai  e corremos o perigo de elegerem Aécio.

É preciso muita cultura prá cuspir na estrutura, precisamos fazer uma revolução cultural no país, com urgência e pode, deve sair com politicas de estado, caso não, não vale a pena eleger por eleger a social democracia; que só pensar governar paliativos com ações tímidas. Dilma tem que dizer prá que veio e colocar o Brasil neste segundo mandato como prioridade a reforma politica, marco da comunicação e reforma tributária com taxação das grandes riquezas; só isso já vai fazer muita coisa.

Minha tarefa com meus companheiros é estar na trincheira de luta ideológica, sindical e popular, porque navegar é preciso... 




Jocelin Bezerra- educador e ativista politico

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Assim foi temperado o aço

A seguir, a apresentação escrita em abril de 2003 para uma edição brasileira do livro Assim foi temperado o aço, de Nikolai Ostrovski  (editora Expressão Popular, São Paulo).



Em março de 1917, o que era para ser uma grande manifestação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher converte-se numa greve geral que, após alguns dias, provocou a renúncia do Czar Nicolau e o fim da monarquia na Rússia.
Poucos meses depois, em novembro de 1917, o governo provisório republicano é derrubado. No seu lugar, instala-se o Conselho de Comissários do Povo, organismo eleito pelo Soviete de Deputados Operários, Soldados e Camponeses.
O principal dirigente do novo governo chama-se Vladimir Ilich Ulianov, conhecido como Lênin, principal dirigente da facção “bolchevique” do Partido Operário Social-Democrata Russo.
De 1917 até 1921, o novo governo luta por sua sobrevivência, ameaçada pelos exércitos alemães, pelos exércitos “brancos” (financiados pelos latifundiários e capitalistas) e pela desorganização da economia, após anos de conflito militar.
Neste período, prevalece o chamado “comunismo de guerra”, cuja expressão mais simples é a requisição forçada da produção dos camponeses, para alimentar as cidades e o Exército Vermelho.
Como resultado, o campesinato, que constituía a imensa maioria da população russa, reduz a produção e coloca-se paulatinamente contra o governo soviético. Para manter a aliança operário-camponesa e garantir o funcionamento da economia, o Partido Comunista Russo (denominação assumida, em 1918, pelos bolcheviques) adota a NEP (Nova Política Econômica).
Segundo esta Nova Política Econômica, os camponeses passam a ter o direito de vender o excedente de sua produção, devendo apenas pagar impostos ao governo. Acabam as requisições forçadas. Os camponeses voltam a abastecer as cidades.
De 1921 até 1927, os comunistas russos debatem os caminhos para a construção do socialismo naquele país. Contra as expectativas alimentadas pela liderança bolchevique quando da tomada do poder, em nenhum outro país a revolução havia vencido. O isolamento internacional era agravado pelas características da sociedade russa, economicamente atrasada e tida como um país em que poderia ser mais fácil começar a revolução, mas onde seria muito mais difícil construir o socialismo.
Entre as várias polêmicas daquele período, uma das mais importantes dizia respeito a como ampliar a industrialização do país, cuja economia era majoritariamente composta pela pequena produção familiar camponesa.
Grosso modo, dois caminhos foram propostos. O primeiro deles prevê um longo período de estímulo à pequena produção camponesa, cujo crescimento econômico geraria as bases para uma ampliação da indústria. O segundo deles prevê reduzir o número de pequenas propriedades camponesas (que seriam reunidas em cooperativas ou fazendas coletivas), gerando assim o mercado (tanto de mão-de-obra, quanto de consumo) necessário para uma industrialização rápida.
No final dos anos 20, o Partido Comunista Russo opta pelo caminho da coletivização e industrialização forçadas. O campesinato é forçado a adotar formas coletivas de produção. Os operários são convocados a um brutal esforço produtivo. A contrapartida política e ideológica esse processo é o que se convencionou chamar, posteriormente, de estalinismo.
Dez anos depois, entretanto, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas transforma-se numa potência industrial, que se demonstrará capaz de derrotar a máquina nazista, na Segunda Guerra Mundial.
A opção pela coletivização e pela industrialização rápida foi uma nova revolução. A principal transformação foi que milhões de pessoas deixaram de ser pequenos proprietários e transformaram-se em operários (industriais ou agrícolas).
A nova classe operária, surgida deste processo, não tinha a experiência política prévia, adquirida ao longo de muitos anos, pelo proletariado que protagonizou a revolução de 1917. Os novos operários, bem como a maioria dos novos integrantes do Partido Comunista, eram recém-saídos das fileiras do campesinato. Sua principal escola havia sido a guerra, seu principal traço psicológico era a crença de que a vontade política era capaz de superar qualquer desafio.
Nesse contexto social, o Partido Comunista também sofre grandes mudanças. Em 1917, quando a revolução começa, os bolcheviques eram menos de 15 mil. Em 1921, são mais de trezentos mil. No final dos anos 1920, o PC russo e as organizações de massa que ele dirige reúnem milhões de pessoas.
Em decorrência, o trabalho de educação política ganha uma nova dimensão. As escolas, o cinema, a rádio, as artes gráficas, a literatura são colocadas a serviço da formação destes milhões de “homens novos” do socialismo soviético. Trata-se de incutir, em dezenas de milhões de pessoas, os valores da nova ordem. A fusão entre as “artes” e as necessidades educacionais e políticas do regime soviético dá origem, assim, ao chamado “realismo socialista”.
O livro que o leitor tem nas mãos é uma das expressões mais conhecidas deste processo. A começar pelo título --Assim foi temperado o aço-- trata-se de literatura a serviço de uma causa política. As dificuldades e tensões extremas que marcam a vida de Pavel, protagonista principal do livro, simbolizam a história da classe operária russa –especialmente no período que vai da revolução de 1917 até o final dos anos 1920-- e firmam a idéia de que os comunistas são portadores de uma “vontade inquebrantável”.
Assim foi temperado o aço teve milhões de leitores, dentro e fora da URSS. Serviu para educar, nos valores de uma determinada concepção de comunismo, toda uma geração de militantes, após a Segunda Guerra Mundial.
Ler este livro, tantos anos depois dos acontecimentos que ele descreve e uma década depois do desabamento do mundo que ele ajudou a forjar, é uma aventura emocionante.
Interpretar politicamente e de forma crítica a abordagem que ele apresenta, é uma obrigação para os que acreditam que a vontade política –embora não decida tudo e, aliás, decida menos do que pensam os protagonistas envolvidos em grandes movimentos revolucionários—continua sendo um fator decisivo na luta pelo poder e na construção do socialismo.

Valter Pomar

sábado, 23 de agosto de 2014

CAMARADASPARNÁ: Por trás de uma imagem humilde, a ciranda financei...

CAMARADASPARNÁ: Por trás de uma imagem humilde, a ciranda financei...: Por ocasião o debate sobre a corrida presidencial merece eu parar algumas horas de campanha e escrever este pequeno ato de reflexão. E o t...

Por trás de uma imagem humilde, a ciranda financeira...

Por ocasião o debate sobre a corrida presidencial merece eu parar algumas horas de campanha e escrever este pequeno ato de reflexão.

E o titulo tem este objetivo, aprofundar o debate sobre o novo tabuleiro conjuntural e em especifico a figura de Marina Silva, afinal a Mídia em sua subjetividade deu este recado ao velar o defunto de seu interesse.
E Marina, até então era uma figura, meiga, humilde, de esquerda e popular; agora com sua sede de poder, usa o PSB como usou o PV para mesclar sua teoria de partido fundamentalista religioso, preconceituoso e de "esquerda".

Ora, Marina vem do PT e já era isso a muito tempo; mais alguns só conhece esse lado humilde e maternal que as lentes da mídia deixa enxergar, no entanto ela entrou numa aventura que eu vislumbro parecida com a de Micarla na Capital do RN; porque as elites quando se vê ameaçadas ela se dividem para um projeto em consolidação ser desviado, é ocaso de Marina, que chega de para-queda num momento que até a morte de Campos, não se via possibilidades de segundo turno e o avião cria essa possibilidade para mídia trabalhar a partir da cobertura dos primeiros minutos da morte de campos.

O eleitorado Brasileiro poderá entrar neste viés de sindrome Micarla/Rosalba, em sintese: de achar que está muito ruim e enveredar nesta aventura, de uma mulher sem correlação de força para governar o Brasil; digo isto porque Marina foi incapaz de fundar um partido nacional, a REDE; e encontra apoio na extrema direita, exemplo dentro do próprio PSB (Jorge Bonhausen-SC), setores empresariais como o dono da NATURA e ongs norte-americanas.

Provas cabais é sua posição recente de independência do Banco Central, coisa que combatemos a tempos dentro do próprio governo Lula e Dilma; outra prova é do relatório do Banco Brother´s Harriman - BBH, na terça última (19/08), que Marina Silva tem chance de mais de 50% de vencer, o relatório é uma espécie de garantias futura$ no governo Marina, até porque Marina está sendo assessorado por Eduardo Giannetti; um defensor das matrizes neoliberais na economia com os mesmos traços das linhas era FHC e de interesses da ciranda financeira.

Esse deslocamento de financistas de Aécio a Marina, é prova do desespero das corporações não aguentar a diminuição dos seus lucros nestes últimos anos, elles querem mais e percebem horizontes na candidatura Marina.

Nossa personagem já começou a demonstrar seu lado divisionista, aflorou a arrogancia e bom senso com secretário de campanha presidencial do PSB e vem prá campanha sem capilaridade para Governar é um suicidio e aventureirismo e o povo poderá entrar nesse bonde sem futuro, cabe a nós, fazer o que estou fazendo, o debate com a população e diferenciando, esclarecendo como faço aqui em perder alguns minutos em não pedir voto para escrever esse pequeno artigo.

Abraços fraternos e um bom fim de semana a toda a familia...

Parnamirim, 23 de Agosto/14

Celino - 65126

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

ESTADO DE POETA

TIRAR DO POETA SUA EMOÇÃO TRISTE E ALEGRE
SÃO COISAS ÚNICAS DESSES SERES
IMPAR, SONHADORES E CHEIOS DE VIDA

QUE PALAVRAS, FOTOS, IGNORÂNCIAS
DEIXAM TRISTES E TÃO DAWM
TIRAM ELES DE ROTA E FOCO

EM BLOCO A POESIA É TRISTE
UMA DE SOLIDÃO
SEM VINHO E SEM PÃO

MAIS OS POETAS SÃO FÊNIX
DE UMA HORA PRÁ OUTRA RESOLVEM
SUAS ANGÚSTIAS COM SIMPLES SORRISOS
DE CRIANÇAS E HUMOR

DENTRO DE UM VIGOR CRIATIVO
INDICATIVO PARA A NOVA VIDA
QUE ELES ESCOLHEM
E VOAM COM ASAS DE SUPER HOMENS

QUE OS RICOS NÃO PODEM
PORQUE ESTÃO EMBRULHADOS
COM SUAS RIQUEZAS
FAMINTAS DE POBREZAS

ONDE MORA A  MESQUINHEZA
DA ALMA...

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ORÇAMENTOS LEGISLATIVOS 1

Comecei a ler um livro sobre orçamentos, retrata como objetivo a apresentar como experiencia os orçamentos de Natal e o estado  do RN, inicia de forma denuncista; assim se apresenta sua narrativa inicial, já me trouxe algumas informações precisas, onde me convence que tenho que estudar mais sobre o assunto.

O livro é escrito por Paulo Augusto (jornalista) e João Eudes (militante social); editado e distribuído pela comunidade Norte-Riograndense de Defesa da Cidadania/Comunidade/RN, impresso na Lucgraf. Aponta indícios de corrupção em seus temas abordados e dispositivos constitucionais de participação da sociedade.

O que mais está me chamando atenção são dos dados técnicos e a narrativa sarcástica dos autores, por estar nessa correria da candidatura a deputado estadual, não terei muito tempo a ele, mais já estou paquerando a leitura como muito entusiasmos e com certeza ajudará no debate técnico, politico e econômico sobre o tema nessa luta politica que estou inserido, aguardem outras notas sobre o livro...

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Será que estou fazendo algo para mudar nessas eleições?

Essa é uma reflexão necessária que devemos fazer, entre ás lamúrias dos que estão no dia á dia da luta e não enxerga o grande desafio que temos nas eleições burguesas, não avalia a conjuntura sobre critério classista muitas vezes apenas para exercitar a repetição de uma informação vinda de terceiros e não analisa o interesse daquela informação corriqueira.
As eleições começaram e muitos não perceberam a dimensão desta luta e o que está em jogo, e o que está em jogo é exatamente um ciclo progressista no país, uma câmara federal com mais de 70% de empresários votando durante 4 anos nos interesses dos próprios empresários, um PMDB que emperra o governo Dilma; o RN atrasado e sem muito perspectivas; um eleitorado viciado na lei da vantagem interpessoal.
Só esses enumerados de situações já bastam para entender que é preciso mudar nestas eleições, não há outra saida para a vanguarda da mudança arregaçar as mangas e pedir o voto para os candidatos que representam a mudança sobre o critério de partidos e candidatos que representam os trabalhadores na base social e os que não tem vez na regra das estruturas.

O povo precisa se libertar, mais sem nossa orientação, informação e nossa ajuda; a mudança será derrotada; e tudo que puder ser feito é importante que seja nesse rumo da mudança; de convencer uma pessoa por dia e ampliar a rede desse sentimento.

Esperemos que seja feito por muitos que lerem este artigo, por que nossas vidas dependem dessas de nossas atitudes de mudanças e ação em prol dos trabalhadores e o povo excluído...  

quinta-feira, 24 de julho de 2014

LITERATOS MORREM E AS PALAVRAS FICAM
NOS LIVROS, JORNAIS E MEMÓRIAS VIRTUAIS
NA MEMÓRIA DE GERAÇÕES
SUA LEMBRANÇA REPRESENTA O PASSADO NO PRESENTE

DOS ENTES DA FAMILIA DAS PALAVRAS
IMAGINÁRIAS
SUAVIZADAS
SAGRADAS
DESETERNIZADAS

TINO DE ESCRITA
AS VEZES DITAS
QUE NEM FURNICA

A HIPOCRISIA ME IRRITA
ME DEIXA ATÔNITO
COM VÔMITO

MAIS SÓ A BELEZA DE UM RISO
QUE ME DISTRAIO
NUM VÔOO DE PLUMA
SEM RUMO
NO MUNDO
IMUNDO

CELINO                                      Nas Rocas 23.07.14

CAMARADASPARNÁ: A clausula pétrea da cultura nordestina

CAMARADASPARNÁ: A clausula pétrea da cultura nordestina: Advogou um movimento dele fez cimento de suas idéias Bloqueando a cultura Ianque com poesias tanque despertando patriotas e excluindo...

A clausula pétrea da cultura nordestina

Advogou um movimento
dele fez cimento
de suas idéias

Bloqueando a cultura Ianque
com poesias tanque
despertando patriotas
e excluindo idiotas

Armorial se fez
de uma vez
nordestino se identificou

cabra macho arrochou
o nó no repente
no cordel mostrou

que a dicção do nordeste
se valorizou
sem a elite imunda
a clausula pétrea
é Ariano Suassuna

CELINO

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Um baldo de João letrado...

Um João de itaparica, rica de poetas e lúdicos das letras; que se criou nesta praia baiana que escreveu sobre anas, Sargentos, Conselheiros; literalizou com Vila Real dentro de Histórias Pitorescas onde o Santo Não Acreditava em Deus que faziam Esses Contos e Crônicas para Ler...; Com a miséria e Grandeza do Amor de Benedita, porque prá ele Setembro não Tem Sentido, o melhor foi o Sorriso do Largato dando Viva ao povo Brasileiro, percebendo que Agente se Acostuma a Tudo porque A ciência de Roubar Galinha, faz com que Já podeis de Pátria filhos desse jeito Você Me Mata Mãe Gentil.

João que tinha um baldo de idéias desenhava letras onde construía estórias e histórias, prá continuar escreveu sobre Vida e Paixão de Pandonor, contrariando A casa dos Bundas Ditosos; e parece que O Feitiço da Ilha do Pavão, lhe tirou o Albatroz Azul, que mostrava a Política: Quem manda, porque manda, como manda e nessa última caminhada ao Bar, foi o Rei da Noite, porque foi sua última aparição a público e agora só é cinzas noticiadas pela mídia que não é índia, é mestiça na sua pior classificação.

*  Em memória da morte João Ubaldo Ribeiro
Resultado de imagem para obras de joão ubaldo ribeiro

Celino Bezerra - escreve neste blog

Triste Fim...


A maxixada servida no frio, o tênis em caminhadas anil e o torcedor em choros a mil, na desgraça nacional no show do olimpo mundial e a desonra na terra do carnaval; seria uma uma profecia? seria um as forças do mal?
Não, foi mil e uma situação acumulada na trajetória dos donos da Bola, dos penta campeões que de salto alto quis enganar os 200 milhões de técnicos e uma mídia vira-lata com os coxinhas em debandas. Foi sim uma palhaçada, depois de tanta esperança criadas o futebol jogado foi de pelada, que até os peladeiros de praia deu gargalhada na lambança Felipada.
Enquanto a camarilha midiática, torcia que a estrutura da Copa fosse fosse um colapso como calipso musical, eles se deram mau e foi a mídia gringa que deu o credenciamento de excelência em organização em todas as copas que tivemos; rabinho entre as pernas ficou os coxinhas, a esquerda da direita, os jornalecos xinfrim.
Em meio a isso eu com os meus tempos corridos vi a copa como um expectador, com dor na fan fest no segundo gol, gente saindo para não ver a desgraça sem raça; jogadores congelados pelos milhões que recebe, longe de serem patriotas porque não sofrem a dor nacional e cheguei ao estacionamento com os alemães fazendo cinco gols em menos de 5 cinco minutos.
Nos Bares o sentimento nacional e vira lata se debatiam, os choros das crianças e a inocência do momento.
foi assim, um jogo xifrim que tirou a esperança, inclusive de mim...


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tive que voltar a escrever nas tábulas do CAMARADASPARNÁ

Mesmo com pouco tempo para escrever, estou me habilitando a voltar para essa tribuna ideológica e necessária no mundo da luta política e nessa luta é a trincheira que mais me exige a intervir, grande abraço e vamos nos interagir...