sexta-feira, 18 de julho de 2014

Um baldo de João letrado...

Um João de itaparica, rica de poetas e lúdicos das letras; que se criou nesta praia baiana que escreveu sobre anas, Sargentos, Conselheiros; literalizou com Vila Real dentro de Histórias Pitorescas onde o Santo Não Acreditava em Deus que faziam Esses Contos e Crônicas para Ler...; Com a miséria e Grandeza do Amor de Benedita, porque prá ele Setembro não Tem Sentido, o melhor foi o Sorriso do Largato dando Viva ao povo Brasileiro, percebendo que Agente se Acostuma a Tudo porque A ciência de Roubar Galinha, faz com que Já podeis de Pátria filhos desse jeito Você Me Mata Mãe Gentil.

João que tinha um baldo de idéias desenhava letras onde construía estórias e histórias, prá continuar escreveu sobre Vida e Paixão de Pandonor, contrariando A casa dos Bundas Ditosos; e parece que O Feitiço da Ilha do Pavão, lhe tirou o Albatroz Azul, que mostrava a Política: Quem manda, porque manda, como manda e nessa última caminhada ao Bar, foi o Rei da Noite, porque foi sua última aparição a público e agora só é cinzas noticiadas pela mídia que não é índia, é mestiça na sua pior classificação.

*  Em memória da morte João Ubaldo Ribeiro
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Celino Bezerra - escreve neste blog

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